11-02-2015

A menina mais fria de Coldtown

Iniciando hoje no blog, algumas resenhas de livros lido por essa que vós fala :P:P Postarei aqui e lá no Entre Batom e Skate que em breve estará no ar.
Me julguem, mas comprei pela capa e pelo simples fato de ser da Holly Black, estava enjoada de livros de vampiros mas esse me surpreendeu. Meninas Mais Fria de Coldtown quando a Editora Novo Conceito estava divulgando o livro nas redes sociais fiquei bem doida para ler, gostei muito porque de fato os Vampiros são tratados como são, monstros com um único objetivo, drenar o sangue das pessoas para saciar a fome louca que eles possuem.

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Tana acorda meio perdida, no começo sem saber onde está, ela acorda em uma banheira e está toda coberta de sangue, logo ela se da conta de que ali havia uma festa com amigos e que todos, agora, encontravam-se mortos. O lugar estava parecendo realmente um filme de terror, e a garota sai pela casa a procura de alguém, quando se depara com Aidan, o seu ex-namorado, que estava acorrentado a uma cama, no mesmo quarto um outro jovem também estava acorrentado, e Tana não poderia deixar os dois ali para serem mortos por Vampiros famintos que esperavam eles do outro lado da porta.

Quando Tana consegue pensar em um modo para escapar, começa a correr atrás do que é possível para sair daquele lugar, desamarra Aidan e Gavriel, um vampiro suspeito que também estava amarrado, e consegue escapar, mas ao sair Tana é mordida por um dos Vampiros e nas próximas 72horas, seu destino é incerto. Os três dirigem a caminho de Coldtown. As Coldtown, são cidades muradas habitadas por Vampiros, foram criadas para que eles não pudessem sair de lá e causar terror nas cidades vizinhas.

Se tem uma coisa que não falta em A Menina mais Fria de Coldtown é conteúdo. O período em que se passa a história é de apenas alguns dias, mas tanta coisa acontece nesse tão curto tempo que fiquei impressionado pelo modo que Holly Black escreveu e construiu esta aventura.

“Você é mais perigosa que o nascer do sol”

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A narração é empolgante, excitante, e me fez entrar neste universo vampiresco junto com Tana. Não dando ênfase ao romance, Black criou uma história única e inesquecível sobre vampiros, que são amados por muitos, e odiados por muitos. Porém o vampirismo deste livro é bem diferente de tudo que eu já li.

Os poucos momentos de romance ganhou muitos pontos comigo. Eu já não aguentava mais romances clichês e inacreditáveis, onde os protagonistas nas horas de maior terror e perigo se concentravam apenas em seus parceiros. Mas aos românticos de plantão, há romance no livro, há interesses românticos no livro, mas a autora os deixou pra melhor parte: no final, quando o terror tinha – quase – acabado e os personagens podiam se concentrar no amor. Enfim, A Menina mais Fria de Coldtown virou um dos meus livros preferidos. Estamos falando da Holly Black né gente:D

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